sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Cable em Deadpool

Não era lá muito segredo que o Cable iria estar em Deadpool 2 e isso já tinha sido confirmado no pós-créditos do primeiro filme, mas o personagem agora ganhou um rosto: Josh Brolin. A verdade é que Cable é um personagem de aparência envelhecida, e Brolin é um ator considerado, mas nessa primeira imagem ficou mais com cara de Cable do Crack. Não é uma crítica ou coisa de "hater", apenas acho que a foto não favoreceu, apesar de todos esses filtros. Seja como for, fiquei curioso para ver como ele vai funcionar, pois Cable é filho de Ciclope e Madelyne Pryor, um clone de Jean Grey e que foi infectado por um vírus tecnorgânico e enviado para o futuro para ser salvo. E bem... não sei como vão encaixar isso na trama. O filme tem estréia marcada para fevereiro de 2018. 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

The O.C.- Um Seriado que Valia...

Aos domingos o SBT exibia Smallville e era o que eu queria assistir na época. Lá em 2004, a emissora passou a apresentar antes do seriado sobre a juventude do Superman, o "drama adolescente" O.C.- Um Estranho Paraíso. E pra mim grata surpresa, foi um seriado que acabou virando xodó naquele ano. E marcou um momento especial pra mim (que não vem a caso). O.C. era mais que um programa sobre adolescentes e casos amorosos ou o clichê do gênero. Bebia dessa fonte sim, mas ia além. O plot: o jovem Ryan Atwood (Benjamin McKenzie) foi preso junto ao irmão que roubou um carro e acabou sendo preso. Sandy Cohen (Peter Gallagher), advogado idealista, pega o caso do garoto e descobre que seu pai o abandonou e sua mãe vivia bêbada com um padrasto violento. Saldo disso, Sandy acaba levando o adolescente brigão pra sua mansão em Newport, em Orange Country (daí o "O.C." do seriado), lugar de milionários. No entanto, Kirsten (Kelly Rowan) não gosta nada da ideia de ter um "marginal" em sua casa e que pudesse influenciar seu filho nerd Seth (Adam Brody). Entre trancos e barrancos Ryan acaba ficando, criando um vínculo muito forte de amizade com Seth- que nunca teve amigos e sofria bullying- e no meio de tudo surge Marissa Cooper (Mischa Barton), a vizinha gata e que encanta Ryan. Mas a garota namora Luke Ward (Chris Carmack), jogador de Pólo Aquático e isso gera vários conflitos durante toda a primeira temporada. Seth tenta uma aproximação com a fútil Summer Roberts (Rachel Bilson), o que gera momentos divertidos. Parece uma daquelas novelas mexicanas, mas o seriado não se prende a uma fórmula tão simplória. 
Entre os dramas adolescentes, existe traições, tramas paralelas com o núcleo adulto de diversas naturezas- de traições, crises no casamento, crimes do colarinho branco entre outras coisas. Mas o seriado vai além, quando outros personagens do passado de Ryan vêm à tona, e outras revelações que vão se aprofundando com o tempo, como drogas e alcoolismo. Mas o que mais impressiona é que o ritmo do programa não cai. As tramas pulam de uma situações para outras de forma natural, mas ao mesmo tempo, fortes. Ryan é um personagem que evolui muito, e sai do mero brigão para um cara inteligente que tem muito a oferecer, mas que ainda guarda aquela fúria de um garoto que cresceu num lar barra pesada com uma vizinhança marginal. Outro personagem que cresce muito é Summer, que sai da fútil dondoca de escola para uma garoto preocupada em manter os amigos bem e mais frente, ingressar em uma faculdade de renome e fazer trabalhos ambientalistas. O que me impressiona em O.C. é que nada parece ser aleatório e tudo é muito bem dosado. Entre o humor e o drama, entre temas pesados como aborto e sexualidade. Ah, mas você acha que viu isso em Malhação, talvez. Acredite, não viu como em O.C. Não é um drama pra ser forçado, e sim uma consequência de atos.
O programa teve quatro temporadas sendo que as três primeiras foram um sucesso de crítica e audiência, mas ao matar um personagem importante, a quarta temporada até começa bem, mas logo fica muito abaixo da média e com isso, a audiência vai para o limbo e com apenas 16 episódios é cancelada. O final até que foi digno, mas poderia ter ido além. O criador Josh Schwartz vendeu um programa para adolescentes, mas sem ser piegas ou galhofa. Um nerd assumido, era fácil ver quadrinhos na tela, inclusive tem a participação de George Lucas, visita a Wildstorm de Jim Lee na época e até uma convenção de quadrinhos. Esses dias (até a presente data dessa postagem) fiz uma maratona O.C. por nostalgia e me vi novamente envolvido pelos personagens, tramas, pela bela trilha sonora toda vindo de bandas alternativas e suas evoluções. Belo seriado, pena que não soube ir mais adiante. Foram 97 episódios, quatro temporadas e os dos primeiros foram dirigidos por Doug Liman de Identidade Bourne.

domingo, 6 de agosto de 2017

Planeta dos Macacos- A Guerra (resenha cinemas)

Até aqui, essa nova retomada de Planeta dos Macacos foi um acerto atrás do outro. Difícil manter a qualidade lá em cima depois três filmes como esses. No terceiro filme do prequel de Planeta dos Macacos, temos muito mais do que uma guerra propriamente dita. Vai além do título, vai além de homens e macacos atirando um nos outros. O novo filme mostra uma evolução espetacular na franquia, um acerto de produção e roteiro, e claro, condução, pois muito de tudo isso vem da mão firme e criativa de Matt Reeves que assumiu no segundo filme com O Confronto (2014) depois do também ótimo A Origem (2011) de Rupert Wyatt. O que me impressionou foi que os produtores conseguiram segurar a onda e não deixar que virasse um Transformers da vida. Os três filmes têm uma qualidade ímpar, são frutos de uma produção bem feita e planejada.
No terceiro filme poderíamos ter um longo todo cheia de pirotecnias e frases de efeito, e o que vemos é uma produção bem construída, firme, madura. Aqui César (Andy Serkis) só quer ficar na dele, sem entrar mais em conflito com os humanos, mas como visto em O Confronto, havia uma tropa se dirigindo para o ponto do último embate entre humanos e símios, e isso acaba, claro, levando a uma luta violenta entre os dois grupos e traz consequências terríveis para César. Com isso o líder dos macacos resolver dar um filme na situação de uma vez e começa a caçar os algozes de sua raça. Mas não é bem uma estória de vingança... a principio sim, mas vai além do ódio. Falar mais seria estragar as surpresas. Vale destacar mesmo a experiência cinematográfica que é assistir a esse filme. Vale cada centavo. Reeves é um diretor de mão cheia e constrói um filme emocionante e bonito de se ver. 

NOTA: 10,0

Karate Kid terá continuação!

Olhaí que notícia... estranha, mas curiosa. Karete Kid terá continuação em um seriado de 10 episódios de meia hora cada e se chamará Cobra Kai. A ideia é que Johnny Lawrence (William Zabka- que retorna ao papel) reabra a academia Cobra Kai em busca de se redimir pelos erros do passado, mas com isso ele trará Daniel Larusso (Ralph Macchio- que também retorna) de volta e a ideia é o conflito entre os dois por coisas do passado. Pelo que foi dito, será meio que uma comédia. Ainda sem data, o seriado sará pelo serviço YouTube Red

Álvaro de Moya e Will Eisner em livro

A Editora Criativa está lançando um livro que reúne dois grandes nomes do mercado editorial de quadrinhos: o grande Álvaro de Moya e o mestre Will Eisner. É um publicação até curiosa, pois relata em quase cem páginas um poucos dos dois criadores e seus encontros ao longo dos anos. Eisner é um grande criador e Moya um estudioso da Nova Arte genial, e como isso, a editora Criativo viu uma chance de homenagear os 70 anos de Moya e o centenário do saudoso Eisner. O livro se intitula Eisner / Moya – Memórias de Dois Grandes Nomes da Arte Sequencial está no formato 17 x 24 cm, 96 páginas e custará aí R$ 39,90. Está à venda no site da editora clicando AQUI.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Cavaleiros do Zodíaco pela Netflix

Essa pegou muita gente de surpresa. A Netflix vai produzir uma série de Cavaleiros do Zodíaco em computação gráfica (pois é...) recontando o que já foi feito em anime. Será um remake, mas modernizado e com um visual novo também, o que me deixou bem curioso. Serão 12 episódios de 30 minutos cada, mas sem data para estrear por ora. A nova série se chamará Knights of The Zodiac. O anime ainda é um sucesso, mesmo para os dias de hoje. E gera sempre algum filme, um novo mangá ou uma nova série animada de tempos em tempos. No Brasil é um fenômeno que começou em 1994 e ainda é reverenciado até hoje por antigos e novos fãs. 

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Super Powers com Jack Kirby

Aí, sim, seu Panini! A editora irá lançar Super Powers com material do rei Jack Kirby. O encadernado reunirá os últimos trabalhos de Kirby para a DC. É uma homenagem mais do que válida para um dos artistas mais frenéticos de sua geração. Pena que o material- e não estou reclamando e sim observando- não seja um material mais memorável de sua carreira como O Quarto Mundo, seu período com Os Novos Deuses, que é uma criação sua. Mas ainda está valendo muito. Sou muito fã de Kirby e espero que a Panini se atente para mais lançamentos desse nível. Lendas do Universo DC- Super Powers- Volume 1 terá 128 páginas e preço a divulgar. 

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Em Ritmo de Fuga (Resenha Cinemas)


Fazia tempo que eu não assistia um filme de ação tão divertido nos cinemas. Aquele que você para pra realmente se interessar e não esperar pela ação da vez. A trama mostra um motorista de fugas interessante e excêntrico, que escuta música o tempo todo por causa de um zumbido nos ouvidos por conta de um acidente dramáticos de trânsito quando era criança. Baby (Ansel Elgort) - como é chamado- é um exímio motorista e transforma essa habilidade em seu ganha pão. Por trás dos assaltos está Doc (Kevin Spacey), que é um cara frio, mas que admira o jovem piloto por conta de suas habilidades impressionantes. Seu grupo ainda é formado por  Buddy (Jon Hamm), Griff (Jon Bernthal), Darling (Eiza González), Bats (Jamie Foxx), que apesar de caricatos, fazem bem seu papel na trama e têm seus encaixes na medida certa. Mas Baby só está nessa por conta de uma dívida com Doc, que a ser sanada, deveria deixar o garoto fora dos esquemas de assaltos. Mas nesse mundo de bandidos, nem tudo são flores e Baby ainda terá que realizar as fugas que Doc quer, mas o garoto tem outros planos. 
O diretor Edgar Wright constrói um filme de ação com música, e faz isso de maneira genial. Se você parar para se atentar em como as trilhas se encaixam com a ação, como se fossem notas extras, você terá a real noção de como o filme vai além de um mero projeto movimentado. Toda essa simetria entre roteiro, direção e música, converge para um dos melhores filmes de ação dos últimos anos- sem exageros- e entrega uma ótima película para 2017. Fiquei bem impressionado com a edição de som e montagem. Veja bem: não é um filme com um roteiro genial, muito pelo contrário, é um roteiro até simples, mas a condução de Wright  fez toda a diferença. O filme é frenético, entrega personagens bacanas e conduz a ação a um nível muito divertido. Bola fora pra Marvel! Sim, pra Marvel. Só pra lembrar, Wright era o diretor e roteirista de Homem-Formiga, mas por conta de diferenças criativas, ele pulou fora. Sua visão única não teve vez dentro do estúdio e ele foi remar por Em Ritmo de Fuga e se deu muito melhor.  
Fui sem grandes expectativas, mas saí com um filmaço na cabeça. Sem dúvidas um dos melhores do ano até aqui. 

NOTA: 9,5

domingo, 23 de julho de 2017

Liga da Justiça ganha trailer


Um novo trailer de Liga da Justiça foi lançado. Com muita ação, alguns alívios cômicos e um aparente enredo sóbrio para o tão aguardo filme que unirá os maiores heróis da DC. Ainda não sei bem o que pensar, mas o trailer me deixou empolgado para ver esse filme, mas também me deixou receoso por me parecer um filme com um enredo muito filtrado. E o outra coisa que me deixou com a pulga atrás da orelha é que no calendário DC de produções para os próximos anos não teremos um segundo filme da Liga da Justiça como já havia sido anunciado há alguns anos. Então, podemos supor que tudo que tiver que acontecer, acontecerá nesse filme. Inclusive o retorno do Superman, mas o quanto dele teremos em tela? Respostas só em novembro próximo. E repare que a trilha é uma variação de Hope, a trilha-tema de Homem de Aço.

O filme do Flash se chamará Flashpoint

Alerta! Alerta! O personagem Flash sempre esteve ligado às grandes mudanças que a DC teve nos quadrinhos. Como ele consegue atravessar as barreiras do tempo e do espaço, acaba causando algum efeito dentro do Universo DC; às vezes concentrado em um único evento, e às vezes em eventos maiores, como foi Flashpoint de 2011 e esse veio para foder tudo. Depois disso veio a tosqueira Novos 52 (até esse nome é ruim) e a DC amargou vários anos de HQs medíocres e salvando-se pouca coisa- sim, algumas coisas são muito boas. Com o anuncio de Flashpoint, começou as especulações e uma delas é de que o universo DC nos cinemas ganhe um (argh!) reboot. O que faz sentido, se você ver as merdas que os caras estão fazendo, sem saber pra onde correr e o mais "certo", nesse momento, seria pedir desculpas aos fãs e recomeçar tudo. Mas não creio que isso irá realmente acontecer. Seja como for, não há datas (como sempre), detalhes nem nada. Um dia esse negócio sai... talvez.

Batgirl terá Robin em seu filme solo

O filme da Batgirl a ser dirigido por Joss Whedon terá a participação do Robin. Ainda não detalhes de nada, e o filme só deve começar a ser rodado em 2018, mas ainda não se tem ideia de onde ou se será encaixado no universo bagunçado da DC nos cinemas. E se terá o Robin, onde ele estará cronologicamente? Isso dá a entender que o filme se passaria antes de Batman vs Superman, quando o Morcego ainda era o único mascarado no mundo da DC e Robin estava vivo. Ou, se na verdade esse Robin é um outro Robin, ou... vai entender essa bodega que está a DC nos cinemas.

A Morte do Superman ganhará novas animações

Sim, animações no plural. A DC pretende reapresentar a Morte e o Retorno do Superman em dois filmes animados entre o final de 2018 e começo de 2019 numa adaptação mais fiel aos quadrinhos. A morte do Homem de Aço já ganhou um filme animado muito bem feito em 2007 numa produção até mesmo atípica para a DC naquele momento, com cenas brutais de violência e sangue. Só espero que usem mais animação que computação gráfica, que é como quase tudo é feito hoje nessas animações. É um hibrido bizarro por ora.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...