terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Muitas novidades Panini Comics


A Panini divulgou seu material para 2018. Claro que durante o ano todo mais coisas serão anunciados, mas esses já se dá uma ideia do que vem por aí. Lanterna Verde- O Dia Mais Claro em volume único,Invasão!, DC- A Nova Fronteira em volume único, SJA- A Era de Ouro, Crise de Identidade, Superman- Alienígena Americano, Superman- As Quatro Estações, Superman- Identidade SecretaWednesday Comics, mais Lendas do Cavaleiros das Trevas, Novos Titãs de George Pérez e Marv WolfmanNeverwhere, reimpressão de Monstro do Pântano de Alan Moore, Sandman Definitivo no quinto volume, a encadernação de Sandman Prelúdio, Leões de Bagdá, Punk Rock Jesus e Daytripper pra fechar os lançamentos DC/Vertigo. Muitas reimpressões pedidas e muita coisa nova também.

Já no lado Marvel vem a trilogia do Infinito com Thanos, Justiceiro Max de Garth Ennis, Esquadrão Supremo, O Incrível Hulk e Mestre do Kung Fu pela Coleção Histórica Marvel e Poderosos Vingadores- Invasão Secreta. Foi pouca coisa se comparado ao material DC. Mais ainda tem Millaword com O Legado de Júpiter, Huck e Empress. Alan Moore ganha ainda Cinema Purgatório e as duas continuações de Providence. E pra fechar, Face Oculta finalmente ganhará sua continuação. Tem que ser muito rico pra acompanhar tudo isso!  


Jojo’s Bizarre Adventure pela Panini

Essa foi uma daquelas "bombas" de novidades. Um dos mangás mais complicados de se lançar por aqui por ser longo demais, será por fim editado no Brasil pela Panini. Trata-se de um dos títulos mais pedidos pelos fãs do gênero: Jojo’s Bizarre Adventure. A editora fará na verdade um "experimento" e irá lançar apenas algumas fases. Se tudo correr bem, fará uma nova negociação para ir lançando os demais. Quem diria, hein? Devo dizer que muitos "mitos" foram derrubados por aqui nos últimos anos. Akira voltou (ainda que se arrastando por conta dos japoneses chatos), Ghost in the Shell tá saindo também ambos pela competente JBC. Ainda temos GTO está pela NewPop editora, Hokuto no Ken que será lançado pela JBC também e agora Jojo’s Bizarre Adventure. São mangás complicados, com licenças difíceis. Fora outros que já saíram ou ainda estão saindo e são grandes clássicos dos mangás como a nova versão de Lobo Solitário, Vagabond!, Sailor Moon (esse era bem complicado), entre outros que me falha a memória. Muito bom, hein? 

Os filmes DC que vem por aí...

E durante o  CCXP - Comic Con Experience 2017 o painel Warner divulgou os filmes da DC que vem por aí de e muitos deles sem data ou equipe criativa. Em 2018 teremos Aquaman de James Wan apenas em dezembro. Um ano inteiro sem nenhum filme DC. Já em abril de 2019 começa com Shazam! de David Sandberg  e em 1 de novembro do mesmo ano Mulher-Maravilha 2. Agora vem os sem data prevista, mas já com seus diretores: The Batman de Matt Reeves, Batgirl de Joss Whedon e Esquadrão Suicida 2 de Gavin O’Connor. E por fim as incógnitas: Flashpoint, Liga da Justiça Sombria e Tropas dos Lanternas Verdes. Esses são os filmes oficialmente agendados. Mas veja que Liga da Justiça 2, Homem de Aço 2, Ciborgue e aqueles que já haviam sido anunciados em notas como Sereias de Gotham e Arlequina ficaram de fora. A DC tá sem eira e nem beira e os engravatados da Warner realmente não sabem o que fazer. 

Novidades MSP Graphics




As já consagradas Graphic MSP onde artistas diversos reimaginam os personagens clássicos do Mauricio de Sousa ganharam novos títulos para 2018. Um deles já havia sido anunciado em 2016 (!) que é Jeremias de Rafael Calça e Jefferson Costa. Mas os três outros- só teremos mesmo quatro publicações dessa linha pelo visto- foram novidades mesmo. Vamos lá: Cebolinha de Gustavo BorgesHorácio de Fábio Coala e Astronauta IV de Danilo Beyruth, que pensei que não veria tão cedo de novo, pois achei que abriam espaço para outras criações, mas ainda assim é sempre bem-vindo demais. Agora é aguardar. A primeira a sair sem uma data divulgada é Jeremias. Já as demais devem ir saindo aos poucos aí pelo ano de 2018. 

Jogador Nº1 ganha trailer completo


Taí um filme que tô curioso pra ver. Com direção de Steven Spielberg, Jogador Nº1 tem tudo pra ser um baita acerto... assim como tem tudo pra ser apenas isso que tem no trailer. As apostas são arriscadas, mas parece que vai ser bom. É a "volta" de Spielberg ao fantástico e para a aventura. Não tenho referência do livro de Ernest Cline, mas espero que seja uma adaptação bem próximo do original. Com tantas referências aos filmes, seriados, games, livros que fizeram toda uma geração sonhar alto, espero que atenda as expectativas. O filme tem data prevista para final de março de 2018. 

sábado, 9 de dezembro de 2017

Alita: Anjo de Combate ganha teaser

Mais uma adaptação americana de um mangá japonês vem aí. Por muitos anos James Cameron quis filmar isso, abriu o projeto várias vezes, mas nunca foi adiante. Agora com produção dele, o cineasta Robert Rodriguez comanda a adaptação que ganha seu primeiro vídeo. Admito que achei bem estranho esse visual que tenta se aproximar do mangá com a personagem Alita (com captura de imagem da atriz Rosa Salazar) ficou meio estranho. Visualmente parece estar interessante, mas não sei se irá fato funcionar na telona. Espero que sim! O filme está previsto para julho de 2018.

Guerra do Velho vai virar filme

O Netflix vai adaptar Guerra do Velho de John Scalzi. Ainda que sem data ou diretor e elenco, A Guerra do Velho chama a atenção para o plot onde velhos têm a opção de voltar-se à carreira militar mudando para um corpo mais jovem e entrando nas fileiras de batalha contra aliens hostis. No Brasil a saga já teve dois volumes impressos pela Aleph editora dos seis até aqui. 

domingo, 3 de dezembro de 2017

X-Men´92 volumes 1, 2 e 3 (resenha quadrinhos)

X-Men'92 vol. 1 roteiro por Chris Sims e Chad Bowers e arte de Scott Koblish. Fez parte do... Dos... De um desses Guerra Secretas da Marvel. Comprei no impulso pela pretensa nostalgia, mas acabou sendo bom. Wolverine com dentes cerrados, Cable com uma arma que parece um ônibus, porrada de vilões clássicos, uniformes dos anos de 1990. Acabou sendo uma leitura descontraída. E bom trabalho de Scott Koblish na arte. Esse material era muito pedido pelos fãs dos X-Men, principalmente os mais nostálgicos pela série do inicio dos anos de 1990. A Panini trouxe meio que "de surpresa". O enredo coloca os X-Men em aventuras que mistura um pouco desse período com o de épocas mais atuais. O texto em alguns momentos fica truncado, mas acho que a proposta é mais ou menos essa mesmo, o de emular aqueles roteiros mais simplistas e até "burros" dos anos de 1990. Koblish tem uma arte mediana, mas que a medida que você lê, você acaba se familiarizando com aquela arte mais solta.

NOTA: 7,5

X-Men' 92 vol. 2 por Chris Sims e Chad Bowers com arte de Alti Firmansyah. Essa capa tenta emular a nostalgia da animação dos anos de 1990 e meio que consegue. Já a sequência deixa um pouco de lado a idéia de Guerras Secretas que foi de onde veio essa trama e se autocontêm dentro mais do universo dos X-Men sendo mais ligada a série animada. Até o traço mais redondo e cartum, meio na aba de Joe Madureira ou Ed McGuinness fica implícito- mas longe da qualidade dos artistas citados. Trama mais simples e pegando várias etapas e vilões dos mutantes. Se no primeiro volume temos uns X-Men mais preocupados com as Guerra Secretas, aqui esse tema fica de lado e é concentrado mesmo em aventuras mais simples, bem no estilo do desenho animado que deu origem ao título.

NOTA: 6,5

X-Men' 92 vol. 3 por Chris Sims e Chad Bowers com arte de Alti Firmansyah. A terceira e última edição dessa linha é ainda mais parecido com a série animada do começo dos anos de 1990. Um texto mais simples e a arte de Firmansyah evidencia essa vertente. E pra quem curte os X-Men 2099, eles aparecem aqui também e outra referência interessante é que esse encadernado faz uma ligação com Terra-X! Mas admito que nesse volume perde bastante da força. O roteiro mais simples ainda do que já estava é um sinal negativo na verdade. A arte de Firmansyah que tava mediana no volume anterior, cai nessa edição e fica meio preguiçosa. Em alguns momentos o texto até que vai bem, mais sai uma bobagem aqui e ali e tudo fica mais fraco.

NOTA: 5,0

sábado, 2 de dezembro de 2017

Primeira Imagem de Robin

A Warner divulgou a primeira imagem de Brenton Thwaites como Robin no vindouro seriado dos Titãs. Pelo visto parece que ficou bom. Apesar do uniforme parecer com o do Tim Drake, esse ainda é o primeiro Robin, Dick Grayson. Serão ao todo 13 episódios para um nova plataforma chamada DC Digital, uma plataforma de streaming ainda com poucos detalhes. Tem previsão de estreia para 2018.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Justiceiro 1º Temporada (Resenha seriados)

Justiceiro é um personagem Marvel meio deslocado dentro do universo "Disney". Aliás, sempre achei o Justiceiro deslocado dentro da Casa das Ideias. Ele é um assassino, ainda que mate criminosos, mas ainda assim é visto como herói. Por muitas ocasiões, o Capitão América, Homem-Aranha, Homem de Ferro, entre outros, dentaram deter Frank Castle (Jon Bernthal- um pouco exagerado em alguns momentos), pois pra eles o Justiceiro nada mais é que um assassino psicopata. Com isso, a Marvel vem meio que separando o vigilante do seu universo tradicional e o colocando em selos como o Max, que já foi o selo adulto da editora. Antigamente o Justiceiro ainda aparecia em títulos dos outros heróis da Marvel, hoje é quase zero sua participação. A última vez que vi foi num encontro entre o Demolidor de Mark Waid e o Justiceiro de Greg Rucka e isso tá com vários anos- mas admito que pouco tenho acompanhado a Marvel. O fato é que o Justiceiro voltou com tudo na série do Demolidor do Netflix e fez tanto sucesso que acabou mesmo ganhando uma série própria. E que série! Pesadona, digna do personagem. Mas funcionou?
O seriado do Justiceiro começa com o Frank dando cabo de várias quadrilhas especializadas e logo ele finalizada e por aparentemente sua guerra termina. Mas existe mais coisas jogadas no ventilador e seu passado vem a tona. Antigos aliados reaparecem em sua via e Fank Castle se vê num jogo de várias agencias e até mesmo das Forças Armadas. Acontece que Frank não queria nada disso, mas se atola mais no assunto. A trama que parte dessa premissa se estende para outras ramificações- e em dado momento se perde um pouco, principalmente no miolo. Apesar da violência típica do personagem e aqui, acreditem, é bem pesado, o roteiro se estica um pouco sobre a "humanidade" do personagem e isso não é ruim, mas demora pra engrenar de novo. E quando um dos personagens mais famosos dos gibis do Justiceiro aparece, que é o Micro, começa a se desvendar tudo sobre uma trama que envolve tráfico de droga por militares. A trama vai além ao colocar Castle num dilema sobre desistir ou ir em frente. Com acertos e erros, Justiceiro é um baita seriado baseado em quadrinhos e vale a maratona.


NOTA: 8,0

sábado, 18 de novembro de 2017

O Nome da Rosa e Os Miseráveis (Resenha Filmes Clássicos)

O Nome da Rosa é um daqueles filmes filmados no melhor estilo "old school". Dificilmente você verá filmes como esse nos dias de hoje. O longa se passa na Idade Média e nos transporta a um ambiente cinza, doente, cheio de lama e miséria. O ano é 1327 e um mosteiro na Itália um monge é assassinado de forma misteriosa, o que leva o recém chegado monge franciscano William de Baskerville (Sean Connery) e seu aprendiz Adson (um jovem Christian Slater) a investigar o caso. No decorrer da busca pela verdade, William esbarra em monges demagogos, donos de soberba e que usam a população local para se satisfazerem sexualmente. Com todas essa fichas na mesa, o monge e seu aprendiz começam correr atrás de um assassino que por ora não se sabe ao certo o que o levou a cometer esses crimes. O longa de Jean-Jacques Annaud baseado na obra homônima de Umberto Eco é uma obra de um período sombrio, onde a ignorância prevalecia e a religião predominante exercia uma força devastadora e mortal. Com embates entre ciência e filosofia, Em Nome da Rosa é um produto bem filmada, bem elencado e com acertos técnicos de fazer inveja até aos filmes mais bem cuidados dos dias de hoje. Uma fotografia espetacular e atuações fortes. O que mais impressiona com esse filme de 1986 é sua grandiosidade cinematográfica. Com planos abertos aumentando a angustia do espectador frente a miséria de um tempo grosseiro e violento e que ao mesmo tempo parece não estar tão distante assim do que vemos hoje. Belo filme de arte e que deve ser sempre visto por aqueles que apreciam o bom cinema.

NOTA: 9,0

Os Miseráveis de Victor Hugo teve várias adaptações ao longo de sua existência, mas uma que passou meio que despercebido e é sim um grande filme é a versão do diretor Bille August de 1998. O longa mostra a história de Jean Valjean (Liam Neeson), um cara que foi condenado a uma pedreira por 19 anos por roubar para comer e após se solto, teve uma oportunidade única de não apenas sobreviver, mas também de ajudar aos outros. Agora prefeito e dono de uma fábrica numa cidade pequena, tem sua vida calma e ordeira transformada pelo inspetor de policia que outrora foi seu carcereiro (Geoffrey Rush) que buscar derrubar Valjean por considerá-lo um bandido. Tudo fica ainda mais complicado quando o recluso prefeito acaba por ajudar uma ex-funcionária (Uma Thurman) de sua fabrica do qual pega um afeto particular. A obra original de 1862 narra uma França do século XIX envolto a batalhas e revoluções. A extensa obra de Victor Hugo é condensada em um longa catedrático de 131 minutos que conseguem transpor o expectador a um mundo antigo e sujo, onde as pessoas viviam uma vida miserável sendo instigadas a serem pobres e sem auxilio algum dos regentes. Nada muito diferente do que é praticado ainda hoje, inclusive no Brasil. Tecnicamente o filme do dinamarquês Bille August é competente e tecnicamente bem conduzido. Nada grandioso, mas digno de nota a ser apreciado pelos fãs de um bom filme maduro.

NOTA: 8,5

Ódio de Zack Snyder

Nesses últimos dias por conta do filme da Liga da Justiça tenho visto um verdadeiro cenário de guerra no Facebook e Instagram- e sites em geral-  por conta dos fãs a favor e contra o filme. Mas a guerra vai além e a culpa de tudo é de Zack Snyder, o cineasta por trás da alavanca dos novos filmes da DC. Os fãs estão loucos da vida com o diretor e afirmam que tudo é culpa dele. Mas que culpa? Vamos lá que o papo é brabo. Muita água rola de baixo duma ponte antes de um filme desses (ou qualquer outro) ir pra sala de projeção do cinema. Snyder realmente tomou decisões estranhas tanto em Homem de Aço como em Batman vs Superman. E deu seus pitacos em Mulher- Maravilha, pois é produtor. Mas tem mais coisas envolvidas, como o próprio estúdio, a Warner, que sim, dá liberdade, mas claro ao aceitar tais liberdades pode também dar um tiro no pé. Snyder é um cineasta plasticamente muito bom. Tomou pra si a responsabilidade de dar um "up" no Superman nos cinemas e pra mim conseguiu. O problema do Homem de Aço é que o Superman parece um cara perdido, perturbado, uma sombra do Superman dos quadrinhos. Ainda assim o filme mesmo com suas falhas e o final polêmico, ainda é muito bom.
Batman vs Superman é que derruba tudo. O que era pra ser um encontro do século torna-se um encontro frio e desajeitado. Um Superman ainda melancólico, sem eira e nem beira, se questionando sobre sua vida e existência não cabia mais. A trama não é ruim, mas a forma como foi feita e algumas soluções no trajeto foram questionáveis. O que salva ali? Pela primeira vez a trindade máxima da DC estava reunida. Temos Superman, Batman e Mulher-Maravilha nunca antes vistos no cinema juntos! Era pra ser um evento e tanto e até foi, mas novamente os detratores e "odiadores" de carteirinha caíram em cima. Sites de agregadores de crítica acabam sendo o termômetro do que as pessoas devem ou não gostar e uma avalanche de asneiras foi solta no ventilador. O filme é bom? Peca sim. Principalmente no tom, mas está longe de ser um desastre. 
E mais uma vez Snyder é alvo de um linchamento virtual. As pessoas muitas vezes absorvem aquilo que a massa quer que absorva. De fato o diretor não é um grande contador de estórias, mas visualmente trabalha bem e consegue inserir energia em seus filmes. Homem de Aço é um filme muito bem conduzido, bem feito, apesar dos filtros e da lenga-lenga tristinha, é um excelente produto. Batman vs Superman poderia ter sido menos carrancudo, mas ainda é um bom filme e a versão estendida vende bem isso. Já Liga da Justiça é fruto das críticas, é fruto de uma readequação da Warner em posição ao que foi feito anteriormente pelo diretor. Mas a verdade é que não saberemos como o filme realmente deveria ter ido aos cinemas, pois Snyder abandona a produção no finalzinho por problemas pessoais e Joss Whedon assumi. E tome mais linchamento. 
E então? De quem é a culpa? Snyder? DC? Warner? Os fãs? Não tem um "culpado". O que temos é um produto que não saiu conforme o cliente esperava. Ou como uma mídia pintou e acabou jogando o cliente contra também. Acho esse diretor corajoso pro enfrentar os fãs assim, mesmo indo contra a maioria e contra sites e "odiadores" diversos. Não sei se ele volta para outro filme DC, acredito que não, mas se não fosse ele talvez nunca teríamos visto nada do que foi visto até aqui. Nem bom e nem ruim. O futuro da DC ainda é incerto nos cinemas e bem sinuoso. Tem muita coisa lá pra frente como Mulher-Maravilha 2, Aquaman, The Batman e Shazam!, mas um novo filme do Superman ou até mesmo Liga da Justiça pode não estar nem perto dos planos da DC/Warner. 
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